GUILHERME - 19

GUILHERME SIMÕES PIMENTA - VICE-PREFEITO - PTN - ALVORADA DE MINAS - MG

GUILHERME SIMÕES PIMENTA está se candidatando ao cargo de VICE-PREFEITO na cidade de ALVORADA DE MINAS e aparecerá na urna como GUILHERME fazendo uso do número 19.

Sua candidatura é pelo PTN-PARTIDO TRABALHISTA NACIONAL através da coligação PTN - PARTIDO ISOLADO. Tem como atividade MOTORISTA DE VEÍCULOS DE TRANSPORTE COLETIVO DE PASSAGEIROS e nasceu em 23/04/1974 .

Seu grau de instrução é ENSINO MÉDIO INCOMPLETO e seu estado civil SOLTEIRO(A). Seu requerimento de registro de candidatura se encontra DEFERIDO.






  • Veja a lista completa de candidatos em ALVORADA DE MINAS .
    


    patrimonio
    EVOLUÇÃO PATRIMONIAL DE GUILHERME SIMÕES PIMENTA


    2016
    R$87.000,00

    2012
    R$57.000,00
    As informações extraídas do Repositório de Dados Eleitorais do TSE encontram-se detalhadas abaixo. Os valores declarados pelos candidatos são históricos podendo não ter sido atualizados monetariamente.

    Declaração de Patrimônio do Candidato em 2016

    UM VOIAGE ANO 1996 (Veículo automotor terrestre: caminhão, automóvel, moto, etc.)R$7.000,00
    UMA CASA (Casa)R$80.000,00
    TOTALR$87.000,00

    Declaração de Patrimônio do Candidato em 2012

    VEICULO VOYAGE, ANO 1990 (OUTROS BENS MÓVEIS)R$7.000,00
    CASA NO MESMO ENDEREÇO (CASA)R$50.000,00
    TOTALR$57.000,00


    O candidato apresentou de 2012 para 2016 uma variação patrimonial de 52,63 %.




    Votação recebida por este candidato em 2012 para o cargo de VEREADOR em ALVORADA DE MINAS
    TurnoZona EleitoralQtde. de votosResultado
    1 262 93
    Total 1o. turno93 SUPLENTE




    DOAÇÕES PARA A CAMPANHA DO CANDIDATO

    TOTAL DE RECEITASR$0,00


    DESPESAS DA CAMPANHA DO CANDIDATO

    TOTAL DE DESPESASR$0,00



    A declaração de bens do candidato reflete a realidade?

    A legislação é bastante vaga em relação a maneira em que os candidatos devem declarar seus bens. A Lei Eleitoral de 1965 indicava que o registro de candidatura deveria aportar uma declaração de bens que mencionasse “a origem e as mutações patrimoniais”.

    Com a legislação de 1997 bastaria uma “declaração de bens, assinada pelo candidato”.

    O TSE em 2006 decidiu que a obrigação de se demonstrar a origem e as mudanças do patrimônio já não eram mais obrigatórias. O processo em que se chegou a esse entendimento envolvia a candidata ao governo do Maranhão Roseana Sarney. Ela havia informado à Justiça Eleitoral uma lista de 16 bens porém somente um deles com valor declarado, incluindo vários imóveis e até mesmo a propriedade de uma ilha, todos esses bens no valor de ‘zero’ reais.

    Dessa forma o TSE validou o entendimento de que os candidatos não precisam atualizar o valor dos seus bens o que pode gerar situações bastante esdrúxulas, como é ilustrado no caso abaixo das últimas eleições presidenciais:

    Não é ilegal, não é crime eleitoral – o imóvel pode ser declarado pelo valor de compra de anos atrás – mas o valor dos bens dos três principais candidatos a presidente da República é muito maior que o declarado ao TSE.

    Uma prova de que os candidatos ‘dão uma banana’ para a Receita Federal, que pretendem comandar, e camuflam dos eleitores o belo patrimônio que possuem.

    Para citar apenas três exemplos, Aécio Neves (PSDB), Eduardo Campos (PSB) e Dilma Rousseff (PT) subvalorizaram em milhões de reais três imóveis que têm. Continua…

    Se a declaração de bens do candidato não reflete a realidade já é uma informação relevante a ser considerada pelo eleitor!