VAGNER TOTTI MARTINS - 14

VAGNER TOTTI MARTINS - VICE-PREFEITO - PTB - SÃO VICENTE DO SUL - RS

VAGNER TOTTI MARTINS está se candidatando ao cargo de VICE-PREFEITO na cidade de SÃO VICENTE DO SUL e aparecerá na urna como VAGNER TOTTI MARTINS fazendo uso do número 14.

Sua candidatura é pelo PTB-PARTIDO TRABALHISTA BRASILEIRO através da coligação PTB - PARTIDO ISOLADO. Tem como atividade OUTROS e nasceu em 19/07/1981 .

Seu grau de instrução é SUPERIOR COMPLETO e seu estado civil DIVORCIADO(A). Seu requerimento de registro de candidatura se encontra INDEFERIDO COM RECURSO.






  • Veja a lista completa de candidatos em SÃO VICENTE DO SUL .
    

    Declaração de Patrimônio do Candidato em 2016

    01 CASA MISTA NA RUA LAURO PRESTES N° 1240 NESTA CIDADE (Casa)R$200.000,00
    01 AUTOMÓVEL AGILE/ GM ANO 09/10 PLACA IQN 0404 (Veículo automotor terrestre: caminhão, automóvel, moto, etc.)R$23.000,00
    BANCO DO BRASIL (Depósito bancário em conta corrente no País)R$450,00
    BANRISUL (Depósito bancário em conta corrente no País)R$400,00
    TOTALR$223.850,00





    DOAÇÕES PARA A CAMPANHA DO CANDIDATO

    TOTAL DE RECEITASR$0,00


    DESPESAS DA CAMPANHA DO CANDIDATO

    TOTAL DE DESPESASR$0,00



    A declaração de bens do candidato reflete a realidade?

    A legislação é bastante vaga em relação a maneira em que os candidatos devem declarar seus bens. A Lei Eleitoral de 1965 indicava que o registro de candidatura deveria aportar uma declaração de bens que mencionasse “a origem e as mutações patrimoniais”.

    Com a legislação de 1997 bastaria uma “declaração de bens, assinada pelo candidato”.

    O TSE em 2006 decidiu que a obrigação de se demonstrar a origem e as mudanças do patrimônio já não eram mais obrigatórias. O processo em que se chegou a esse entendimento envolvia a candidata ao governo do Maranhão Roseana Sarney. Ela havia informado à Justiça Eleitoral uma lista de 16 bens porém somente um deles com valor declarado, incluindo vários imóveis e até mesmo a propriedade de uma ilha, todos esses bens no valor de ‘zero’ reais.

    Dessa forma o TSE validou o entendimento de que os candidatos não precisam atualizar o valor dos seus bens o que pode gerar situações bastante esdrúxulas, como é ilustrado no caso abaixo das últimas eleições presidenciais:

    Não é ilegal, não é crime eleitoral – o imóvel pode ser declarado pelo valor de compra de anos atrás – mas o valor dos bens dos três principais candidatos a presidente da República é muito maior que o declarado ao TSE.

    Uma prova de que os candidatos ‘dão uma banana’ para a Receita Federal, que pretendem comandar, e camuflam dos eleitores o belo patrimônio que possuem.

    Para citar apenas três exemplos, Aécio Neves (PSDB), Eduardo Campos (PSB) e Dilma Rousseff (PT) subvalorizaram em milhões de reais três imóveis que têm. Continua…

    Se a declaração de bens do candidato não reflete a realidade já é uma informação relevante a ser considerada pelo eleitor!